Felipão já deixou claro que time paulista joga todas as esperanças de ir à Libertadores em 2011 na Copa Sul-Americana
Se o Palmeiras precisasse definir o confronto desta quinta-feira contra o Universitário Sucre pela Copa Sul-Americana em apenas um chavão do futebol ele seria “o jogo do ano”. Pelo menos essa é a impressão deixada pelas últimas entrevistas de Luiz Felipe Scolari após boas partidas pelo Campeonato Brasileiro.
A vitória contra o Flamengo fora de casa, contra o Inter dentro de casa e a goleada por 4 a 1 contra o Avaí no Pacaembu não foram suficientes para animar o treinador, que insistentemente descartava a busca pela vaga no G-3 e afirmava: “a nossa única chance de conseguir Libertadores em 2011 é a Copa Sul-Americana”.
E o discurso do grupo palmeirense segue exatamente o que Felipão prega há mais de cinco rodadas. É o que mostra as entrevistas dadas por Valdivia antes do grupo embarcar para a Bolívia.
“O grupo sabe que tem chances no Brasileiro, mas quem manda aqui é o Felipão. E se ele diz que a nossa grande chance é na Sul-Americana, vamos correr atrás disso e tentar fazer tudo dar certo”, disse o camisa 10, que chegou a ser dúvida durante a semana por causa de dores na coxa, mas deve estar entre os titulares do Palmeiras.
Além de enfrentar a pressão por jogar o ano, o time palmeirense também jogará contra a altitude de 2.800 metros de Sucre. A pouca resistência do ar muda a velocidade da bola. Além disso, a altura também teve efeito sobre o fôlego dos jogadores, que escancaram os efeitos após os três primeiros piques.
"Ainda a gente nota que os jogadores afogam um pouquinho depois de dois ou três piques no mesmo treinamento. Essa é uma das coisas que nós vamos ter de nos adaptar até a hora da partida ou pensar uma situação de jogo que possa não ser prejudicial a nós, por causa da velocidade que o adversário vai imprimir, principalmente no início do jogo”, disse Felipão.
Se o Palmeiras precisasse definir o confronto desta quinta-feira contra o Universitário Sucre pela Copa Sul-Americana em apenas um chavão do futebol ele seria “o jogo do ano”. Pelo menos essa é a impressão deixada pelas últimas entrevistas de Luiz Felipe Scolari após boas partidas pelo Campeonato Brasileiro.A vitória contra o Flamengo fora de casa, contra o Inter dentro de casa e a goleada por 4 a 1 contra o Avaí no Pacaembu não foram suficientes para animar o treinador, que insistentemente descartava a busca pela vaga no G-3 e afirmava: “a nossa única chance de conseguir Libertadores em 2011 é a Copa Sul-Americana”.
E o discurso do grupo palmeirense segue exatamente o que Felipão prega há mais de cinco rodadas. É o que mostra as entrevistas dadas por Valdivia antes do grupo embarcar para a Bolívia.
“O grupo sabe que tem chances no Brasileiro, mas quem manda aqui é o Felipão. E se ele diz que a nossa grande chance é na Sul-Americana, vamos correr atrás disso e tentar fazer tudo dar certo”, disse o camisa 10, que chegou a ser dúvida durante a semana por causa de dores na coxa, mas deve estar entre os titulares do Palmeiras.
Além de enfrentar a pressão por jogar o ano, o time palmeirense também jogará contra a altitude de 2.800 metros de Sucre. A pouca resistência do ar muda a velocidade da bola. Além disso, a altura também teve efeito sobre o fôlego dos jogadores, que escancaram os efeitos após os três primeiros piques.
"Ainda a gente nota que os jogadores afogam um pouquinho depois de dois ou três piques no mesmo treinamento. Essa é uma das coisas que nós vamos ter de nos adaptar até a hora da partida ou pensar uma situação de jogo que possa não ser prejudicial a nós, por causa da velocidade que o adversário vai imprimir, principalmente no início do jogo”, disse Felipão.
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