Prioridade a Londres 2012 influiu no corte de Paula Pequeno
Apesar da Seleção Brasileira feminina nunca ter conquistado o Mundial, o técnico José Roberto Guimarães não considera a competição como a mais importante do atual ciclo da equipe. Para o treinador, os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, na Inglaterra, continuam sendo prioridade.
- Eu acho que o Mundial é um campeonato de transição. Para mim, é sempre uma preparação. Lógico que é importante, mas não tem nada igual a ganhar um título olímpico. Deixamos escapar (o título mundial) em 2006, quando tivemos alguns problemas, mas não é um campeonato que me deixa alucinado - revelou Zé Roberto.
Durante o anúncio do corte da ponteira Paula Pequeno, que ainda se recupera de uma fratura no tornozelo esquerdo, o técnico revelou que a decisão pelo afastamento da jogadora da equipe que vai ao Mundial passa pela questão de dar uma maior importância aos Jogos Olímpicos.
- O Mundial é importante, mas a gente não pode esquecer que a Olimpíada é muito mais. Precisamos ter a Paula inteira até lá. Por isso, não podemos correr riscos em relação a uma jogadora que pretendemos ter conosco nos Jogos Olímpicos - completou.
Apesar da Seleção Brasileira feminina nunca ter conquistado o Mundial, o técnico José Roberto Guimarães não considera a competição como a mais importante do atual ciclo da equipe. Para o treinador, os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, na Inglaterra, continuam sendo prioridade.- Eu acho que o Mundial é um campeonato de transição. Para mim, é sempre uma preparação. Lógico que é importante, mas não tem nada igual a ganhar um título olímpico. Deixamos escapar (o título mundial) em 2006, quando tivemos alguns problemas, mas não é um campeonato que me deixa alucinado - revelou Zé Roberto.
Durante o anúncio do corte da ponteira Paula Pequeno, que ainda se recupera de uma fratura no tornozelo esquerdo, o técnico revelou que a decisão pelo afastamento da jogadora da equipe que vai ao Mundial passa pela questão de dar uma maior importância aos Jogos Olímpicos.
- O Mundial é importante, mas a gente não pode esquecer que a Olimpíada é muito mais. Precisamos ter a Paula inteira até lá. Por isso, não podemos correr riscos em relação a uma jogadora que pretendemos ter conosco nos Jogos Olímpicos - completou.
Fonte: http://lancenet.com.br/
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