Duas vezes semifinalista, país tem caminho curto para entrar novamente no Grupo Mundial da Copa Davis
Voltar ao Grupo Mundial. Curto e simples, é este o objetivo do Brasil na Copa Davis 2011. No ano passado, o retorno bateu na trave e a derrota para a Índia na repescagem ainda permanece na mente de quem acompanha o tênis. Semifinalistas em 1992 e 2001, os brasileiros estão fora da elite da competição desde 2003, quando ainda dependiam de Gustavo Kuerten.
A missão do Brasil de alcançar pelo menos a repescagem não deverá ser tão complicada. Classificada como cabeça de chave à segunda fase do Grupo I das Américas, a seleção não joga neste final de semana e aguarda o vencedor do duelo entre Uruguai e Colômbia. Vencendo este confronto, que será realizado em julho, os brasileiros disputarão uma vaga no Grupo Mundial contra uma das seleções que estiver já na elite e for derrotada na primeira rodada.
Desde a Era Guga, o Brasil não se via em condições tão boas para ocupar um lugar entre os 16 melhores times da Davis. Pelo menos em termos de ranking, Thomaz Bellucci (foto), atual 29º colocado da ATP, já é o segundo melhor tenista brasileiro da história. Ricardo Mello, número 74 do mundo, Marcos Daniel, 96º, Marcelo Melo, 31º nas duplas, e Bruno Soares, 29º também nas duplas, são as possíveis opções do país.
Voltar ao Grupo Mundial. Curto e simples, é este o objetivo do Brasil na Copa Davis 2011. No ano passado, o retorno bateu na trave e a derrota para a Índia na repescagem ainda permanece na mente de quem acompanha o tênis. Semifinalistas em 1992 e 2001, os brasileiros estão fora da elite da competição desde 2003, quando ainda dependiam de Gustavo Kuerten.A missão do Brasil de alcançar pelo menos a repescagem não deverá ser tão complicada. Classificada como cabeça de chave à segunda fase do Grupo I das Américas, a seleção não joga neste final de semana e aguarda o vencedor do duelo entre Uruguai e Colômbia. Vencendo este confronto, que será realizado em julho, os brasileiros disputarão uma vaga no Grupo Mundial contra uma das seleções que estiver já na elite e for derrotada na primeira rodada.
Desde a Era Guga, o Brasil não se via em condições tão boas para ocupar um lugar entre os 16 melhores times da Davis. Pelo menos em termos de ranking, Thomaz Bellucci (foto), atual 29º colocado da ATP, já é o segundo melhor tenista brasileiro da história. Ricardo Mello, número 74 do mundo, Marcos Daniel, 96º, Marcelo Melo, 31º nas duplas, e Bruno Soares, 29º também nas duplas, são as possíveis opções do país.
Fonte: http://esporte.ig.com.br/

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