Segundo a publicação, a ISE, empresa responsável por organizar os amistosos da seleção, recebia cerca de 1,6 milhão de dólares como lucro de cada partida
Uma parte do dinheiro pago à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pelos amistosos da seleção nunca chegou ao Brasil e era desviada para contas dos Estados Unidos, registradas em nome de Sandro Rosell, atual presidente do Barcelona e ex-representante da Nike no Brasil. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo, que diz ter tido acesso a fontes e documentos exclusivos.

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