O secretário-geral da Fifa, Jérome Valcke, voltou a reclamar da organização brasileira para o Mundial de 2014
Nesta terça-feira, durante um evento realizado em Lausanne (Suíça). Adotando um tom enfático, diferentemente do apresentado em suas visitas no país-sede, o dirigente atacou a estrutura política do Brasil e definiu o contexto vivido como um "inferno".
"A Fifa possui uma responsabilidade moral. Assim, as críticas se justificam. Em um dado momento, havia um certo número de pessoas no Brasil, dentre eles políticos, que se opunham à Copa do Mundo. Vivemos um inferno, sobretudo por enfrentar três níveis políticos. Houve mudanças, uma eleição (de Dilma Rousseff) e não discutíamos com as mesmas pessoas. Foi complicado, pois a cada vez tínhamos que repetir a mensagem", afirmou, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.
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