Um conflito que antes se restringia aos bastidores se tornou público nesta semana, após a goleada de 7 a 1 para a Alemanha e a eliminação da seleção brasileira da Copa do Mundo
De um lado, a CBF. Do outro, o governo federal. No meio de toda essa tensão, os ataques vindos de Brasília que devem fazer a entidade intensificar a partir do próximo mês a campanha pró-Aécio Neves (PSDB-MG) nas eleições presidenciais de outubro.
A sugestão feita pelo Ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, de que o Estado poderia intervir no futebol brasileiro com o resultado da última terça-feira surpreendeu e não pegou nada bem entre os dirigentes.
O chefe de delegação do time comandado por Luiz Felipe Scolari, Vilson Ribeiro de Andrade, saiu em defesa e classificou como "oportunista" as mudanças estruturais sugeridas pelo parlamentar.
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