Técnico mostra otimismo no primeiro treino coletivo em São Paulo e evita traçar metas para Londres: ‘A expectativa é montar um time competitivo’
Até o momento em que a bola subir na arena do basquete em Londres, vão correr 46 dias de uma rotina que não sai muito da receita de bolo cantada por Rubén Magnano nesta quarta-feira, em São Paulo: “Treino, treino, mais treino, jogo, treino, treino, alguma folguinha por aí... e mais treino, treino, jogo, treino”. Assim caminha a seleção brasileira, que acaba de abrir para valer a jornada rumo a um terreno onde não pisa há 16 anos: as Olimpíadas. A novidade ficou por conta da casa cheia, com força quase máxima, e a presença de uma figura tão rara quanto importante no sonho de conquistar uma medalha: Nenê está de volta.
Além de Nenê, estiveram em quadra mais dois representantes da NBA: Anderson Varejão e Leandrinho - os três ausentes da campanha em Mar del Plata, no ano passado, que garantiu a classificação do Brasil para Londres. Tiago Splitter, quarto elemento da liga americana, ainda não se apresentou porque vai acompanhar o nascimento do filho nos Estados Unidos. E Marcelinho Huertas está com seu Barcelona no meio da final na liga espanhola. Com todos em quadra, fato inédito na última década, o treinador argentino espera mostrar em Londres um time capaz de encarar qualquer rival.
O primeiro jogo é o mais difícil de todos. O segundo é ainda mais difícil. E o terceiro é muito mais. Estamos falando de Olimpíadas"Magnano- A expectativa é montar um time competitivo. Se não conseguirmos êxito, vamos ver aonde chegamos. Na preparação, precisamos fazer com que os jogadores criem novamente um grupo competitivo, isso é importante – avaliou Magnano.


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