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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Muricy Ramalho: "O homem ainda faz a diferença"

Técnico do Fluminense, tetracampeão dos pontos corridos, fala sobre a importância do ser humano na campanha de um título brasileiro
A conquista do Fluminense no domingo foi a prova cabal de que o homem ainda é capaz de vencer a máquina. A metáfora só á válida pela presença de Muricy Ramalho no banco de reservas do time campeão brasileiro. Foi a quarta vez em cinco anos em que ele encerra a competição com o título, consolidando seu domínio desde que o sistema de pontos corridos foi implantado em 2003.
Muricy ainda faz questão de lembrar o vice-campeonato do Internacional em 2005 e que, no ano passado, brigou até a última rodada no comando do Palmeiras. Muito se dizia que a estrutura do São Paulo era a responsável pelas três conquistas consecutivas (2006 a 2008), mas a peça fundamental de toda engenharia tinha um nome determinante para fazê-la se mover.
"A estrutura é importante. Ajuda a ganhar, mas o homem ainda faz a diferença. É ele que faz a esteira se mover e a bicicleta andar. O homem, homem mesmo, não o homem mais ou menos. No Fluminense, estou ajudando a fazer isso. Não sou um cara radical, não me importo com o que o jogador faz fora do clube se ele cumpre com suas obrigações. Aqui o ambiente é bom e quando precisou de um técnico, eu fui no momento certo", afirmou Muricy.

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