"A Mikasa é uma bola mais pesada e que também traz mais dificuldade para a passadora porque é mais lisa", explicou a ponteira Sassá. Brasil usa bola da Penalty
Feita especialmente para a disputa da Copa do Mundo, a Jabulani causou polêmica por suas trajetórias imprevisíveis, capazes de surpreender jogadores e goleiros. Pois uma "bola maluca" não é privilégio apenas dos futebolistas: introduzida nas Olimpíadas de Pequim, o modelo da Mikasa atualmente adotado em competições organizadas pela FIVB (Federação Internacional de Vôlei) preocupa os atletas da modalidade.
É o caso do time do Sollys/Osasco, que a partir da próxima quarta-feira disputa o Mundial Interclubes, em Doha (Catar). Mesmo tendo seis jogadoras recém-chegadas da seleção brasileira e, portanto, acostumadas com a bola do exterior, a equipe quer evitar qualquer influência deste fator na competição.
"A Mikasa é uma bola mais pesada e que também traz mais dificuldade para a passadora porque é mais lisa, principalmente quando está molhada", explicou a ponteira Sassá. No Brasil, o modelo adotado é o da Penalty, mais previsível e mais fácil de controlar. "Eu prefiro essa. As jogadoras até brincam que a bola da Mikasa é a Jabulani do vôlei", revelou.
Os dois primeiros adversários do Osasco no Mundial de clubes serão o Federbrau, da Tailândia, a o Fenerbahce, time turco comandado pelo técnico José Roberto Guimarães e que conta com a levantadora Fofão. Na outra chave estão Bergamo (Itália), Kenya Prisons (Quênia) e Mirador (República Dominicana). Os dois melhores times de cada grupo se classificam para a semifinal.
Feita especialmente para a disputa da Copa do Mundo, a Jabulani causou polêmica por suas trajetórias imprevisíveis, capazes de surpreender jogadores e goleiros. Pois uma "bola maluca" não é privilégio apenas dos futebolistas: introduzida nas Olimpíadas de Pequim, o modelo da Mikasa atualmente adotado em competições organizadas pela FIVB (Federação Internacional de Vôlei) preocupa os atletas da modalidade.É o caso do time do Sollys/Osasco, que a partir da próxima quarta-feira disputa o Mundial Interclubes, em Doha (Catar). Mesmo tendo seis jogadoras recém-chegadas da seleção brasileira e, portanto, acostumadas com a bola do exterior, a equipe quer evitar qualquer influência deste fator na competição.
"A Mikasa é uma bola mais pesada e que também traz mais dificuldade para a passadora porque é mais lisa, principalmente quando está molhada", explicou a ponteira Sassá. No Brasil, o modelo adotado é o da Penalty, mais previsível e mais fácil de controlar. "Eu prefiro essa. As jogadoras até brincam que a bola da Mikasa é a Jabulani do vôlei", revelou.
Os dois primeiros adversários do Osasco no Mundial de clubes serão o Federbrau, da Tailândia, a o Fenerbahce, time turco comandado pelo técnico José Roberto Guimarães e que conta com a levantadora Fofão. Na outra chave estão Bergamo (Itália), Kenya Prisons (Quênia) e Mirador (República Dominicana). Os dois melhores times de cada grupo se classificam para a semifinal.
Fonte: http://gazetaesportiva.net/

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