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terça-feira, 8 de junho de 2010

Amistoso tem entrada cara, público ruim e nova gafe

Torcida ocupou menos da metade dos 60 mil lugares do estádio de Dar es Salaam
No portão de entrada do estádio Nacional, em Dar es Salaam, o contraste era nítido. Do lado de dentro, uma arena moderna inaugurada há pouco mais de um ano e com custo de 53 milhões de dólares. Atrás do muro, ruas sem calçada, transito caótico e uma multidão esperando para ver os jogadores do Brasil chegarem.
A maioria pode, no máximo, observar os atletas dentro do ônibus. É que os ingressos mais caros da história da Tanzânia afastaram o público local. As entradas foram vendidas em valores que variavam de 25 a 180 dólares. Dentro do estádio, menos da metade dos 60 mil lugares foi ocupada.
Assim como aconteceu no Zimbábue, onde Robert Mugabe desfilou no campo, antes de o jogo começar, o presidente da Tanzânia, Jakaya Mrisho Kikwete, desceu no gramado para cumprimentar os jogadores brasileiros.
A cerimônia foi seguida da execução dos hinos nacionais. Também como na semana passada em Harare, houve falha no hino brasileiro. Ao mesmo tempo em que os jogadores tentavam cantar, o sistema de som tocava uma batucada. Pior mesmo, só no hino da Tanzânia, quando o sistema de som pifou.

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